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Não começou em 2013 e não acabou em 1939: Movimento e Organização Anarquistas
#1
João C. de Andrade Neto
(Texto retirado do sítio Anarquismo no Brasil/
Laboratório de Pesquisa e Práticas de Ensino – UERJ:
https://anarquismo.lppe.ifch.uerj.br/textos/texto8.html)

O Movimento Anarquista (MA) é definitivamente mais expressivo e muito maior do que as Organizações Anarquistas (OA).
A princípio há uma certa confusão que impede a diferenciação destes territórios distintos em métodos e formas. Há quem os considerem exatamente a mesma coisa, entretanto: o MA constituiu-se historicamente anterior às OA, estes mantem uma relação de influencia mútua. As OA se encontram na interseção com movimentos sociais e populares, na relação direta com a realidade e as questões sociais do seu tempo e espaço, elas são um canal de diálogo que atualiza o MA, que por sua vez incorpora princípios e bases teóricas do anarquismo como prática histórica influindo nas lutas sociais.
Assim é possível um Movimento Anarquista sem Organização Anarquista. Sendo impossível uma OA sem o MA, pois incorreria na negação dos princípios anarquistas, correndo o risco de se afastar largamente dos seus ideias e se diluir em meio a outro conjunto de práticas que, portanto as anulariam como anarquistas.
A OA divulga e experimenta os princípios, os métodos e os objetivos no compasso da luta do momento, no cotidiano. O MA é difuso, polimorfo, sinergético, poroso, leve, indômito e não pertence a uma tendência e/ou organização ácrata. A OA é a expressão viva, a amplificação da polifonia das lutas sociais no encontro e diálogo com os princípios e métodos das suas pensadoras e pensadores libertários ontem e hoje. No conjunto do MA considero algumas destas vozes como movimentos, por exemplo: anarcofeminismo, ecologia social, movimento anarcopunk, anarcoqueer.
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         O anarquismo foi ao longo desses anos um pensamento vivo; isto é, um pensamento em contínua formação, em evolução, em osmose com a realidade social e cultural da época, capaz de enriquecer-se e modificar-se em contato com o mundo no qual se inseria através das experiências que desenvolve graças às lutas nas quais participa e à absorção de uma parte dos conhecimentos que se elaboram e que circulam ao seu redor. O movimento anarquista que alimenta esse pensamento, ao mesmo tempo em que é nutrido por ele, também é capaz de influenciar a realidade, de produzir determinados efeitos na mesma e de exercer uma influência que chegará a ser notável em vários países da Europa como Espanha, Itália, Alemanha, Inglaterra, Rússia ou Ucrânia, bem como em vários países da América Latina – Argentina, México e Brasil entre eles – e até mesmo nos Estados Unidos da América. (IBAÑEZ, 2015, p. 25)
Seria leviano afirmar que o MA ou as OA estão sendo “revividas ou sendo retomadas” nos anos 2000. Para esta declaração ser coerente, seria necessário que ambos acabassem pra então se configurar um fim, o que não aconteceu desde o nascimento da primeira Associação de Socorro Mútuo no século XIX até os Centros de Cultura Social no século XXI. Retoricamente, então perguntamos: você conhece alguém do MA ou alguma OA?
Historicamente as Organizações Anarquistas não são diversas, distintas e porosas. Mas, isto é matéria de uma literatura extensa e assunto pra outro momento. As organizações existentes hoje no Brasil procuram continuar seu trabalho, se (re) estruturar, se (re)articular e trabalhar junto com povo trabalhador ou desempregado dando respostas às questões sociais do espaço e tempo nos quais se encontram. Talvez aqui você possa encontrar o MA ou uma OA. Bakunin, sem dúvida tem papel fundante quanto ao pensamento estrutural das organizações anarquistas:
 
(…) hoje, precisamente porque estamos resolvidos a submeter-nos em tudo o que disser respeito à obra comum da Liga aos desejos da maioria, hoje, quando ainda somos um pequeno número, se quisermos que nossa Liga não se desvie jamais do pensamento inicial e da direção que lhe imprimiram seus iniciadores, não devemos tomar medidas para evitar que qualquer um possa nela entrar com tendências contrárias a este pensamento e a esta ação? Não devemos organizar-nos de maneira que a grande maioria de nossos aderentes permaneça fiel aos sentimentos que hoje nos inspiram, e estabelecer regras de admissão tais que, mesmo no momento em que o pessoal de nossos comitês tiver mudado, o espírito da Liga não mude jamais? Só podemos alcançar este objetivo estabelecendo e determinando tão claramente nossos princípios que nenhum dos indivíduos que forem, de uma maneira ou de outra, contrários a ele, possam tomar parte entre nós. (BAKUNIN, 2015, p. 17)
 
Uma pergunta recorrente nas salas dos cursos de História ou Ciências Sociais, nos botecos, entre anarquistas mais jovens com os mais antigos é: onde estavam os anarquistas: na ditadura varguista, na ditadura militar-civil, nas Diretas já, na reconstrução sindical, na constituinte, nos outros 500 anos de Brasil, na ação global dos povos, na “Revolta do Buzu” em Salvador, nos levantes de 2013? E um velho anarquista cearense, Antônio Mendes, integrante do jornal anarquista Inimigo do Rei[nota 3] responderia: “onde você estava?”. Talvez a resposta que segue dê uma pista sobre o “pseudo fim e o delirante recomeço” do movimento e organizações anarquistas.
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Dito isto, é preciso chamar a atenção que há, ainda, muito da história do movimento e organizações anarquistas a construir, seja na academia ou fora dela. Especialmente fora do eixo Rio de Janeiro – São Paulo. Ao que nos parece o LPPE-História da UERJ está disposto e se empenhará neste trabalho do desvelar deste fenômeno histórico que é o anarquismo.
Careci acima, de fazer uma breve introdução distinguindo o MA da OA e deixar nítido o fato de que não há um recomeço e sim, uma continuidade do movimento e das suas organizações anarquistas, as quais hoje certamente ganharam notoriedade mais uma vez. Haja vista o grande número de indivíduos e organizações anarquistas presentes nas manifestações que ocorreram nas cidades do Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, João Pessoa, Porto Alegre, Goiânia e também o interesse e realização de cursos, seminários, conferências, fóruns, feiras anarquistas de livros como em São Luís, Brasília, Santos, São Paulo…
Testemunhei os eventos ocorridos em 2013 e os estudei ao mesmo tempo em que crie e coordenei o curso Democracia e Liberdades[nota 4] na Escola de Comunicação da UFRJ. Estudamos no semestre 2013.2 a história do anarquismo e algumas experiências atualíssimas dos poucos anos 2000. No semestre 2014.1, seguimos com o curso e estreitamos os estudos dando atenção aos princípios e métodos conhecidos no semestre anterior e debatendo os fatos de 2013 e suas consequências.
A lista de eventos ocorridos no Brasil entre março de 2013 e dezembro de 2014 não está terminada ainda. Em menos de uma semana de julho de 2013, em dias de jogos nas cidades sedes da Copa das Confederações, pelo menos um milhão de pessoas estiveram em manifestações e movimentação, entre estas os anarquistas também.
Cartografar e registrar os movimentos, atos e manifestações de 2013[nota 5] será um exercício de garimpagem de dados quantitativos e certamente exigirá um cruzamento de fontes e testemunhos que não são exclusividade, há pelo menos quinze anos, dos movimentos sociais tradicionais, dos partidos políticos autodenominados de esquerda e de veículos de comunicação comercial famosos no país. No entanto, um fato se tornou incontestável: os princípios e métodos do anarquismo transbordaram e atravessaram definitivamente estes movimentos e permeou o imaginário social tanto quanto sindicatos, associações, coletivos, assembleias populares, universidades, mídias de maneira incontestável.
Porto Alegre e Manaus fizeram os primeiros atos contra aumento de passagem em março de 2013 e seguiram realizando manifestações. No começo de junho, quando as manifestações eram quase que diárias e a repressão policial violenta seguida de prisões, aproximadamente duas semanas com povo nas ruas, movimentos populares e sociais atendendo ao chamado do MPL e ao difuso convite feito em redes sociais conseguiram, nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo, conquistar a revogação do aumento de tarifa que gerou um agravamento da crise de representação que se arrasta no Brasil há pelo menos 15 anos. E o que aconteceu no ano que não acabou? Cidadãos comuns começaram a acreditar que é possível lutar por seus direitos estabelecendo mais um marco histórico para realização da democracia e liberdade.
O Movimento Passe Livre, que canalizou e alavancou a reação e batalha pela redução das tarifas em todo o país havia conquistado duas grandes vitórias revogando o aumento das passagens em São Paulo e no Rio de janeiro, o que causou um efeito dominó em outras cidades país adentro: Belo Horizonte, Belém, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Goiás, Natal, Salvador, Recife, Vitória. Outras tantas cidades que não aumentaram suas tarifas ou reduziram ao patamar anterior carece de uma história imediata não apenas como registro e sim, análise e discussão. Uma questão se impõe a História e às Ciências Sociais: quem poderá ficar impune este ensaio de tomada das rédeas da gestão das cidades, do transporte coletivo, das vidas das pessoas por elas mesmas?
O debate em forma de projetos para o passe livre e a tarifa zero continua e o termo: Mobilidade Urbana, não é mais privilégio de urbanistas, engenheiros ou da classe média. A lista breve de eventos que consegui assegurar afetivamente na memória e confirmar neste momento que lhes escrevo indica outra questão: os levantes por revogação de tarifas de transporte e por passe livre e tarifa zero transbordaram de alguma forma para outros movimentos ocorridos logo em seguida?
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Por exemplo no Rio de Janeiro: fim da policia militar, desmilitarização, movimento anticopa; greves de professores da rede estadual e municipal, greve de Garis; denúncia e cobrança das autoridades estatais do assassinato de Amarildo de Souza por militares e da prisão de Rafael Braga acusado de portar material explosivo em manifestação; contra remoção e permanência da Aldeia Maracanã – Museu do Índio, permanência da Vila Autódromo e Horto.
Um fenômeno relativamente antigo se originou no que chamo de  Assembleias Populares Horizontais (APH) no Rio de Janeiro, um dos desdobramentos da falência de representatividade associada às potencialidades autogestionárias decorrentes da luta pela redução e revogação da tarifa e posterior vitória. Elas tinham pelo menos três caracteres originais: a) o método e debate político, trazendo para o chão da praça uma versão aperfeiçoada daquilo que outrora estava restrito a comentários em botecos, câmaras legislativas ou espaços tecnocráticos, b) a defesa e encaminhamento de pautas ainda num patamar reivindicatório ao Estado, c) e por fim amplificação de pautas dos movimentos populares citados acima.
As Assembleias Populares Horizontais no Rio de Janeiro se tornaram fortes interlocutores sociais, mas ficaram descoladas da realidade esquecendo ou furtando-se em estabelecer relações com os trabalhadores e não firmando a necessária liga entre o social e o econômico, que talvez fosse mais um passo na construção de um projeto autogestionário coletivo. As assembleias são um dos movimentos populares para estudo. Neste espírito é interessante conhecer as experiências das APH em São Luís, Belo Horizonte, Fortaleza, Natal…
Considero este texto como um rascunho historiográfico de cunho analítico e interpretativo desejoso de comunicar impressões. Afinal o caráter efêmero dos eventos políticos citados aqui ainda é o que me salta os olhos e não consigo, pelo pouco tempo de pesquisa, com fontes e dados limitados, considerar mais do que já o fiz neste texto sem escorregar em especulações. Nesta direção, uma sucessão de eventos que não são mais que miragens nos deixam a sensação de mudanças nas questões mais profundas da cultura, sociedade e economia. Quando investigadas desatentamente podem turvar as leituras conduzindo a uma História Política superficial. Como nos chama atenção René Rémond (1988, p.15):
 
(…) a nova história considerava as estruturas duráveis mais reais e determinantes que os acidentes de conjuntura. Seus pressupostos eram que os comportamentos coletivos tinham mais importância para o curso da história que as iniciativas individuais, que os fenômenos registrados numa longa duração eram mais significativos e mais decisivos que os movimentos de fraca amplitude, e que as realidades do trabalho, da produção, das trocas, o estado das técnicas, as mudanças da tecnologia e as relações sociais daí resultantes tinham mais consequências, e portanto deviam reter maior atenção dos observadores, que os regimes políticos ou as mudanças na identidade dos detentores de um poder cujas decisões, segundo se entendia, só faziam traduzir o estado da relação das forças sociais, ou refletir realidades anteriores às escolhas políticas.
 
Outra vereda a se considerar como elemento que se sobressaiu entre os coadjuvantes dos levantes de 2013 são as redes sociais e os programas de transmissão online. As Corporações de Comunicação viram seu público cair nos jornais impressos e online, em transmissões de televisão aberta e rádio e se adaptaram a velocidade e fluidez colocada em prática por “anônimos” como nunca visto em manifestações e atos no Brasil e Rio de Janeiro. As empresas corporativas de comunicação foram impactadas pela ação direta de comunicadores autônomos, livres e independentes. Então a frase que emanou do final dos anos 1990 nunca foi tão sentida e vivenciada: “odeia a mídia, seja a mídia”. Agora podemos dizer que cada ser humano é potencialmente espectador e comunicador, e vice-versa.
[Imagen: s26spaulo.jpg?w=300&h=200]AGP-S26-2000. São Paulo
Correndo atrás, as Corporações de Comunicação se tornaram espectadoras e lhes sobrou o direito de opinar horas depois sobre as manifestações e as prisões. Organismos de comunicação estrangeiros voltaram seus holofotes, câmeras e celulares para as ruas e jornalistas iniciaram, mesmo que timidamente, uma cobertura sem precedentes, pois neste momento tudo podia ser notícia desde que o indivíduo tivesse conexão web e um celular. Não se pode negar que a presença de muitos jornalistas na cidade do Rio para a cobertura da Copa do Mundo favoreceu o fenômeno midiático da exposição das manifestações. Este é ainda outro aspecto das movimentações que teve impacto internacional e necessita de investigação.
Consideremos que é preciso comunicar mais que informar. Pois, em muitos momentos observamos que a cobertura não existiu e por isso faltou a informação e em outros foi apenas um reality show vazio como clipes de filme de ação. A comunicação informal usada pelos manifestantes circulou quase que livremente nas redes sociais. Isto aguçou o interesse das polícias que tiveram na “ausência” de privacidade uma vastidão de portas sem chave para entrar e bisbilhotar.
Tendo em vista a perseguição e prisão de ativistas que usavam redes sociais para denunciar a violência policial, pra divulgar manifestações, atos, atividades é preciso rever a relação entre comunicação e informação, notícia e entretenimento no que tange às leis de democratização das comunicações como também o respeito absoluto a liberdade de expressão e manifestação, elementos arranhados por leis e práticas de exceção que devem ser estudadas para que não permaneçam impunes.
O Brasil é ainda uma terra que os amadores vivem de susto. Pois bem, eis que em meio a uma manifestação e outra surgem bandeiras do Brasil e gritos contra anarquistas, sindicatos e partidos de esquerda. Direitistas extremados participaram nas ruas de algumas cidades das manifestações e desta maneira demonstraram que existem e continuam ativos. Eis aqui um dos pontos a serem apurados com atenção em pesquisas do momento, sobretudo, porque este movimento de extrema direita se encontra nas estruturas de Estado e Forças Militares. Investigar e contar essa história é vital.
Não ficou por aí. Indignados com remoções de populações de bairros inteiros para obras de infraestrutura e com a “requalificação” de áreas inteiras como a do Porto do Rio, revoltados com a série de assassinatos e terrorismo de estado realizados na cidade do Rio de Janeiro contra as populações de moradoras em favelas, em especial a chacina no complexo da Maré e o assassinato do trabalhador operário da construção civil Amarildo de Souza, ambos realizados por forças militares do Estado do Rio, a população, negros, mães, trabalhadores e mesmo uma parcela pequena da classe média engrossaram as correntezas humanas que cobriam as ruas do Rio de Janeiro e influenciavam as conversas em botecos de Campo Grande até Madureira transbordando nas rodas de praia da Barra e Zona Sul, e provocando discussões acaloradas entre as elites conservadoras e a progressista carioca nos restaurantes pagos com o suor dos trabalhadores.
Até onde foi o alcance dos levantes entre 2013, 2014, 2015? Não temos como precisar, pois ainda não acabou. Movimentos institucionais e não institucionais de direita e esquerda, partidos, sindicatos e movimentos tradicionais disputam no momento as mentes e corpos do povo brasileiro em batalhas de demonstração de força política nas ruas do País, no Congresso Nacional, assembleias sindicais com o objetivo de manter o poder institucional que evidentemente não possui mais o apelo hegemônico da representação junto há vários setores de trabalhadores e precarizados.
É possível afirmar que os princípios e métodos como autogestão, ação direta, horizontalidade, apoio mútuo, solidariedade originários do MA e praticados pelas OA atravessaram as manifestações e os manifestantes tornaram às padarias, invadiram o imaginário coletivo, bares, pontos de ônibus, noticiários, sarjetas, cinemas confirmando a porosidade do MA nos Movimento Populares e notabilizando uma vez mais as práticas e existência das Organizações Anarquistas.
Estamos a realizar uma história do presente, uma história política, uma história social? Já é possível a pesquisa dos levantes de 2013? Temos como construir de migalhas soltas no espaço-tempo próximo uma história dos movimentos de junho de 2013? Ou, estamos diante de mais uma miragem promovida pela rapidez da comunicação online? Estamos diante da velha esfinge com um novo enigma inexorável: pesquisar e estudar a convergência história, tecnologia, web e movimentos sociais tendo como objeto os levantes de 2013 ou ser devorados.
Referências Bibliográficas
Bakunin, Mikhail Alexandrovich. Obras escolhidas: Mikhail Bakunin. Organização e tradução Plínio Coelho. 1ª ed. São Paulo: Editora Imaginário/Hedra, 2015.
Ibáñez, Tomás. Anarquismo é movimento: anarquismo, neonarquismo e pós-anarquismo. Tradução Sérgio Norte. São Paulo: Editora Imaginário/Intermezo, 2015.
Remond, René. Uma história presente. In: Remond, René (Org.). Por uma história política. EdUFRJ/EDFGV. 1996. Primeira edição em 1988.
Notas
[nota 1] [voltar ao texto] Em 1939 houve o fim da Revolução Espanhola.
[nota 2] [voltar ao texto]  http://lattes.cnpq.br/2942810195172984
[nota 3] [voltar ao texto] Jornal anarquista publicado durante parte da ditadura brasileira a partir da Bahia.
[nota 4] [voltar ao texto] Para saber mais sobre o curso e ter acesso aos materiais disponibilizados para estudo acessar: https://democraciaeliberdades.wordpress.com/
[nota 5] [voltar ao texto] Ver gráficos sobre as manifestações 2013 no link: http://g1.globo.com/brasil/linha-tempo-manifestacoes-2013/platb




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